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terça-feira, 30 de setembro de 2014

Povo de Alto Alegre confirma apoio a Flavio Dino, Roberto Rocha, Zé Reinaldo e Rigo Teles

A vice-prefeita de Alto Alegre, Paula Noleto e o seu esposo Idan Torres realizaram um grande comício ontem (29) na cidade para divulgarem ainda mais os candidatos a governador Flavio Dino, ao senado Roberto Rocha, para deputado federal Zé Reinaldo e para deputado estadual Rigo Teles.
Mais de 3 mil pessoas estiveram presentes no comício para escutar a vice-prefeita Paula Noleto, o empresário Idan Torres o presidente da Câmara Municipal vereador Manoel Alejado, o prefeito se São Mateus Miltinho e os candidatos Rigo Tele e Zé Reinaldo Tavares.

Paula Noleto mostrou a necessidade ao povo de Alto Alegre  que alem de dar  uma boa votação para Flavio Dino e Roberto Rocha  deve também dar uma votação expressiva aos candidatos a deputados Zé Reinaldo e Rigo Teles , para fortalecer o ainda mais grupo político e trazer melhorias para o município. 
























Eleitor só poderá ser preso em flagrante a partir de hoje

Jornal Pequeno

(Foto: Reprodução)(Foto: Reprodução)
Em consonância à legislação eleitoral, a partir de hoje (30) e até 48h após o encerramento das eleições, o eleitor só poderá ser preso em flagrante. Tal determinação ocorre por virtude sentença criminal condenatória por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo-conduto.
Havendo segundo turno para presidente da república ou governador, a medida começa a vigorar a partir do dia 21 de outubro e terminará 48h depois das votações.
A determinação está no Código Eleitoral, art. 236, caput. (Lei nº 4.737/1965).

domingo, 28 de setembro de 2014

Em reunião para salvar Edinho, governo cita “compra de votos”

Do Maranhão da Gente

Anna Graziella Chefe da Casa Civil do Governo Roseana Sarney



“Não há compra de votos que resolva Pedrinhas”. Esta foi uma das várias afirmações feitas em reunião do Conselho de Gestão Pública do Estado do Maranhão na última segunda-feira. A reportagem do Jornal Pequeno teve acesso a trechos do diálogo que aconteceu na presença de boa parte do secretariado de Roseana Sarney no início da semana. A frase acima foi dita pela chefe da Casa Civil, Anna Graziella.
Em reunião do Congep, secretários do Governo do Estado discutiram as táticas que pretendem adotar para reverter o baixo índice nas pesquisas do candidato apoiado pela governadora Roseana Sarney, o suplente de senador Lobão Filho – ambos do PMDB.
Após receberem o resultado da pesquisa Ibope que apontou crescimento de Flávio Dino e queda de Lobão Filho, os secretários se reuniram para definir que ações seriam tomadas para reverter o quadro eleitoral do Maranhão.
A reunião, no entanto, é de um órgão governamental e acontece em horário de expediente. Para participar desta reunião, os secretários recebem um abono do salário – chamado “jeton” – equivalente ao valor do salário de Secretário de Estado. Com ele, cada gestor de pasta passa a receber o equivalente a dois salários por mês.
Nas palavras da chefe da Casa Civil de Roseana, Anna Graziella, é hora dos prefeitos entrarem em campo para pedirem votos. Mas boa parte deles tem alegado não ter verba para entrar em campo, o que é contestado pela principal secretária do Governo Roseana.
Ela afirma que os “facilitadores” criados por Conceição Andrade deram ânimo aos prefeitos e que “esse discurso deles (prefeitos), de que não há dinheiro, é um absurdo. Apesar de não achar que campanha não só se faz exclusivamente com dinheiro, nesse sentido de compra de voto, a estrutura de Governo, a estrutura de campanha tem que existir”. A afirmação pode ser atribuída a abuso de poder político – a exemplo do que ocorreu em 2010.
Na mesma reunião, a secretária-adjunta de Educação Conceição Andrade chegou a ir mais longe. Segundo ela, é necessário “parar com o trabalho burocrático e começar o trabalho político”. Os detalhes dados pela adjunta é que os secretários devem usar sua influência junto aos funcionários e aos cidadãos que já foram atendidos por algum serviço estatal para que reconheçam o trabalho de Roseana Sarney e continuem votando no grupo político.
Ela aconselha os demais secretários presentes na reunião: “Vá atrás de quem lhe deve alguma coisa. Vá atrás de suas comunidades que você serviu ao longo de 4, 8 anos. E vá atrás dos seus funcionários, das pessoas que estão sentadas a você dentro da sua Secretaria.”
Já Anna Graziella volta ao tema e aponta que apenas “compra de voto” não seria o suficiente para resolver o cenário eleitoral: “Mas a gente não tem o Banco Central e se tivesse certamente a Governadora Roseana Sarney com o compromisso que tem não faria nesse governo como foi feito no outro governo. Então, essa não é a nossa realidade. O esforço, nesse sentido está sendo feito. Nós pagamos os convênios que estão em ordem nas duas Secretarias.”
Outros trechos fazem referência ao uso de convênios, que vêm sendo liberados nos últimos dias para prefeituras de todo o Maranhão. “O Fernando Fialho, que tem uma Secretaria gigantesca, que tá envolvida nos 216 municípios do Maranhão. Cadê essa população que nós beneficiamos? Cadê esses povoados que foram, é, é beneficiados com esses convênios firmados nesse Governo? A Secretaria de Saúde. Quantos foram beneficiados pela nossa saúde? Quantos atendimentos foram feitos na UPA?”
Uso do Palácio
Anna Graziella relata ainda as diversas reuniões acontecidas entre ela, Roseana Sarney, o ministro Edison Lobão e o senador José Sarney na sede do Palácio dos Leões. Segundo ela, os quatro têm intensificado o trabalho dentro das dependências da sede do Governo do Estado, inclusive disparando ligações.
“A Governadora também tá aqui agindo. Durante todos esses dias, nós todos saímos aqui do Palácio, tarde da noite. Ela fazendo ligações, ela interferindo, ela buscando estratégias ao lado do Ministro Lobão, ao lado do Ministro Sarney, tá, tá, trazendo esse ânimo que acho precisa ser refletido em todos nós. A campanha não está perdida.”
A reunião aconteceu entre os secretários para discutir as estratégias a serem usadas para influenciar no processo eleitoral em favor da candidatura de Lobão Filho. Além de Anna Graziella, Conceição Andrade e Joaquim Haickel, são citados no áudio como participantes da reunião José Márcio Leite (adjunto de Saúde), Fredson Froes (secretário de Cidades) e Fernando Fialho (secretário de Desenvolvimento Social).

Gastão Vieira, considerado o pior ministro de Dilma, raspou tudo do caixa do Turismo…

Do Blog do Ricardo Santos

Em quase dois anos à frente do Ministério do Turismo, o maranhense Gastão Vieira teve uma gestão marcada por gastos excessivos e discursos fracos, que lhe valeram o apelido no Palácio do Planalto de Rolando Lero.140918-istoe-gastao
Na época em que saiu do governo, o jornal O Dia publicou que Gastão mobilizou toda a equipe do Ministério para fazer empenhos (ato que cria obrigação de fazer pagamentos)  no valor de mais de R$ 50 milhões. “Quem assumir o órgão terá um primeiro semestre a pão e água”, afirmava o jornal.
O colunista José Simão brincou com o nome do então ministro. “No berçário, falaram: meu filho, você vai chamar Gastão e por falta de opção vai virar ministro”.
Além da fama de gastador, o ministro sarneysista ficou conhecido pela fraca retórica, que lhe valeu o apelido de Rolando Lero pelos assessores do Palácio do Planalto. Seus discursos longos e sem conteúdo lembravam o do personagem humorístico da Escolinha do Professor Raimundo.
O pior ministro de Dilma
Em levantamento feito ao final do ano passado para avaliar a atuação dos ministros do governo, Gastão foi eleito o pior ministro da gestão Dilma. A pesquisa realizada pela empresa GT Marketing e Comunicação ouviu 560 empresários, presidentes de associações e jornalistas. A atuação de Gastão à frente do Ministério do Turismo ganhou nota 4,1.

Tema com novos aliados no médio sertão tuntuense

Professora Josilda e seu esposo Paulo ladeados por Tema, Daniella Cunha,
 Josinaldo e Leda Bilio

A região do médio sertão tuntuense está voltando a ser um verdadeiro reduto Labigo. O trabalho realizado pelo líder sertanejo Josinaldo Bilio com o apoio incondicional do seu amigo Tema, e junto com vários lideres políticos locais vem surtindo um grande efeito, pois várias lideranças que na eleição passada estiveram no outro lado, já aderiram ao grupo liderado pelo prefeito Tema.
A grande prova foi na ultima sexta-feira (26) quando da realização do comício no povoado Belém, que é o principal povoado do médio sertão, dezenas destas lideranças que até pouco tempo eram adversárias já estavam lado a lado com o Tema e Josinaldo.
Outro novo aliado o empresario Dinda com Tema e Daniella Cunha
Antes mesmo do evento político Tema, a primeira dama Daniella Cunha e toda comitiva foram recebidos na residência da professora Josilda e de seu esposo o pecuarista Paulo para um delicioso jantar. Professora Josilda na ultima eleição esteve junto com o seu irmão Josivam que é vereador de oposição, porém desta vez ela e seu esposo vieram acompanha o seu outro irmão Josinaldo e ao prefeito Tema, pois estão apoiando as candidaturas de Flavio Dino, Roberto Rocha e Dr. Humberto Coutinho. Assim como esta família várias outras também estão com o Tema e seus candidatos.

Josinaldo se dedica dia e noite em busca de novos aliados para o grupo liderado pelo prefeito Tema, sabendo ele que cada eleição é uma eleição diferente. 

Flavio Dino com 72% abre 48% de vantagem na frete de Lobinho que tem apenas 24%.




Se as eleições fossem hoje, Flávio Dino (PCdoB) venceria com 72,9% dos votos contra 24,2% de Lobão Filho (PMDB). É o que aponta o instituto DataM contratado pelo jornal Atos e Fatos que mediu a preferência do eleitorado maranhense faltando uma semana para as eleições.
A diferença entre os dois principais candidatos ao governo do estado ficou ainda maior na semana que antecede o pleito, após o acirramento da guerra eleitoral vista na TV e na imprensa. A pesquisa foi a campo entre os dias 23 e 27 de setembro.
A pesquisa aferiu a intenção de votos com resultado no domingo que antecede as eleições. Em intenções de voto (contando com brancos e nulos), Flávio Dino tem 59,9% dos votos e em segundo lugar aparece Lobão Filho, com 19,9%. Antonio Pedrosa (PSOL) tem 0,7%, Zé Luís Lago (PPL) e Professor Josivaldo (PCB) têm 0,6% cada um e Saulo Arcangeli (PSTU) tem 0,5%.
O resultado final da eleição é dado em votos válidos, quando são retirados os votos brancos e nulos que, na pesquisa DataM somam 7,2%. Não sabem ou não responderam são 10,6%.
Em votos válidos, que seria o resultado oficial das eleições, o resultado chegaria a 72% para Flávio Dino contra 24% para Lobão Filho. O resultado vem após intenso ataque de Lobão Filho em empresas de rádio e TV contra o primeiro colocado – o que pode ter causado efeito inverso do esperado na campanha do peemedebista.
Rejeição
No quesito rejeição, Lobão Filho lidera. 50,9% dos maranhenses disseram não votar nele “de jeito nenhum”. Neste cenário, Flávio Dino tem 14,8% de rejeição e é o menos rejeitado.
A pesquisa está registrada sob o protocolo MA-0057/2014 no Tribunal Regional Eleitoral. Foram ouvidas 1500 pessoas em todas as regiões do Maranhão. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Fonte Blog do Djalma Rodrigues

sábado, 27 de setembro de 2014

Entrevista de Zé Reinaldo ao Blog do Djalma Rodrigues. “Com Flávio Dino, estamos mudando uma página da história do Maranhão”

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Por Djalma Rodrigues
Poucos políticos maranhenses são detentores de tanta experiência como o ex-governador Zé Reinaldo Tavares, que está na disputa por uma vaga na Câmara Federal, pelo PSB. Antes de ser governador, já havia sido diretor do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Ceará (primeiro cargo público, em 1965), professor de engenharia da Escola de Engenharia da Universidade Federal do Ceará, (onde se formou), diretor do Departamento de Estradas de Rodagem do Maranhão (DER/MA), secretário de Infraestrutura, no governo Pedro Neiva de Santana, onde acumulou ainda o cargo de secretário de Planejamento, presidente da Novacap, em Brasília, Secretário de Obras do Distrito Federal, diretor geral do Departamento Nacional de Obras e Saneamento (sede no Rio deJaneiro),conselheiro do extinto Banco Nacional de Habitação (BNH), superintendente da extinta Sudene, ministro dos Transportes, vice-governador e governador.
Passou parte do tempo como aliado do senador Sarney, com quem rompeu durante o período em que foi governador, por não aceitar a interferência da antecessora, Roseana Sarney. Na última segunda-feira ( 22), recebeu, em seu apartamento, na Ponta do Farol,  esse blogueiro, a quem concedeu esta entrevista, onde fala da perseguição do grupo Sarney e da perspectiva da eleição de Flávio Dino, a quem apoiou como candidato a deputado federal, em 2006.
Veja a íntegra da entrevista:

As últimas pesquisas de opinião apontam uma vitória do candidato ao governo do Estado, Flávio Dino (PC do B), que é seu aliado e quem o senhor apoiou para chegar à Câmara Federal, em 2006. Partindo dessa premissa, como o senhor vê o atual cenário político do Maranhão?

ZÉ REINALDO - Com a vitória do candidato Flávio Dino, acho que estaremos mudando uma página da história do Maranhão. Uma história que foi de domínio durante cinquenta anos do grupo Sarney, que teve todas as oportunidades para desenvolver nosso Estado. Ele foi até Presidente da República. No entanto, a herança do grupo Sarney é uma herança com os piores indicadores sociais do Brasil: a pobreza, a pior renda per capita, o pior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), os piores índices da Educação; problemas crônicos sobre Saúde e em todas as áreas.

O que aconteceu, realmente, para o senhor romper com o grupo Sarney, de quem foi aliado por muito tempo?

ZÉ REINALDO - Aconteceu como em um acidente de avião. Não tem uma causa só, são várias causas. Uma causa preponderante, que levou a Roseana a me atacar e acabar me levando ao rompimento com o grupo, foi que o Sarney me procurou, logo que fui eleito governador do Estado. Todos lembram que, num primeiro momento, assumi o Governo, substituindo Roseana, já que eu era o vice-governador. Disputei a eleição, naquele mesmo ano, e fui eleito no primeiro turno, ganhando de Jackson Lago. E, logo depois da eleição, o Sarney me procurou pedindo que ajudasse a fazer o Zequinha (Sarney Filho), governador. Concordei, já que Sarney Filho é trabalhador, e tinha certa influência política.
Ficou tudo acertado, mas o ex-Presidente Sarney não conversou com a  Roseana. Com isso, ela se rebelou. Lembro que, numa reunião na casa do pai, Roseana, furiosa, gritou que quem tinha voto era ela, não era Zequinha Sarney. Como é que o pai tinha feito isso com ela! Aí ele (José Sarney) disse que a ideia não era dele, era minha. Comecei a ser atacado pelo conglomerado de comunicação da família.
Fui três vezes a Brasília, mostrar ao Sarney, o que estava acontecendo aqui. Ele me dizia que ia corrigir a situação e nunca corrigiu. Dava para consertar, era só o Sarney dizer: ‘Roseana, minha filha, vou lá conversar como Zé Reinaldo (…) e aí, você pode ser candidata, se quiser. Qualquer coisa assim, facílimo de fazer. Mas não foi isso o que aconteceu.
O problema foi o seguinte: Quando assumi o Governo do Estado, o grupo mantinha-se em média em 158 municípios. Um ano depois, um terço. E ninguém discutia politicamente isso. Como não discutiam um parâmetro, que não podiam contestar, mas dispunham de um forte aparato de meios de comunicação em suas mãos, colocavam que o Maranhão era uma maravilha, estava crescendo. Pura balela! Quando assumi, coloquei o IDH como a meta-síntese de meu Governo, ou seja, melhorar o Índice de Desenvolvimento Humano. Meu primeiro ato, foi a afirmação do meu governo, sem intromissões. Isso desagradou Roseana. Ela não gostou da minha decisão. Na verdade, Roseana queria manter forte influência na minha administração. Ela já tinha sido governadora, Lobão tinha sido governador na década de 90. E quando decidi levar o ensino médio a todos os municípios maranhenses, que era a função do Estado, isso foi um choque para a população toda, porque ninguém sabia disso.
Apesar do Maranhão ser um Estado eminentemente agrícola, não tinha Secretaria de Agricultura. Para mudar isto, decidi, no meu Governo, formalizar, criar 18 Casas da Agricultura Familiar, com assistência técnica.

Outra, a produção do Maranhão estava lá em baixo. Os indicadores sociais da área rural são terríveis, a escolaridade média do Estado, quando assumi, era 4 anos e meio. Hoje tem 7,3 anos. Mas se você vai ver na área rural, não chega a 3. Isto quer dizer o seguinte: o maranhense tem um currículo de alguém que não completou nem o ensino fundamental.
Então, qual é o salário que o maranhense vai receber, se não é profissionalizado?

ZÉ REINALDO – Tem um estudo que mostra que o analfabetismo no Maranhão ainda é muito grande. Inclusive, entre as pessoas mais velhas, experientes. O analfabetismo funcional chega a quase 60 por cento. Então, a única maneira daquela família se libertar da pobreza é ter um ensino de qualidade, uma educação de qualidade. Então, para mascarar esta realidade, ela assinou um convênio com a Fundação Roberto Marinho, de mais de 100 milhões. Naquela época era muito dinheiro. Para se ter uma ideia, o Orçamento era de 4 bilhões e meio.
Há perspectiva de mudança deste quadro desolador, a curto prazo?
ZÉ REINALDO - Não tenho dúvida nenhuma. O Maranhão está tomado pela corrupção. Você vê aí, a corrupção enraizada.  É uma loucura o que está acontecendo no Estado, atingindo todas as instituições do Governo. Você vê a Roseana, o Lobão sem credibilidade para implantarem a Refinaria. A Refinaria não vai a lugar nenhum, não tem nada feito. Tem o caso do doleiro envolvido com a Casa Civil. Isso é o que se sabe! Mas o que se sabe mesmo é uma corrupção generalizada no Governo do Estado.
Então, o dinheiro do Maranhão não dá para nada porque não é aplicado em nada. E aí dizem que o ‘Maranhão tem muito dinheiro’. Quando assumi o Governo, o Orçamento era 4 bilhões e meio; quando saí eram 7 bilhões.
Como o senhor modificou esse quadro?
ZÉ REINALDO - Quando assumi, o ICMS mensal estava R$ 62 milhões. Tinha uma dívida que se paga até hoje, deixada pelos governos anteriores, da ordem de R$ 50 milhões por mês. Então, tinha 2 milhões de saldo do ICMS mais o Fundo de Participação. Era isso, o Maranhão não tinha dinheiro. Quando saí do Governo, nossa arrecadação já era R$ 280 milhões. Aí passou a ter Governo. Começamos a fazer obras em todo o Estado. Levamos, por exemplo, água a todo lugar. Aí, o jornal O Estado do Maranhão botou que água encanada era uma das mais caras, cerca de 20  por cento.
Cumpre ressaltar que o Maranhão passou pela maior prova, de que é viável, no meu Governo, porque o Sarney fez o Lula me chamar para fazer as pazes. Lula me chamou, eu fui. A ideia-base era uma discussão sobre a Siderúrgica. E aí, ele perguntou o que eu queria. Estavam lá, a Dilma Rousseff, o Zé Dirceu, entre outros. Então disse: ‘Olha, o que preciso mesmo, é de um complexo de qualidade para capacitar e qualificar o pessoal que vai trabalhar na Siderúrgica’ (…) A ideia da Siderúrgica é do meu Governo, não foi a Refinaria.

Mas, realmente, o que estava decidido?

ZÉ REINALDO – O que estava decidido era a Siderúrgica. Inclusive, cheguei a ver o marchdesigner, assinamos todos os protocolos, e tudo o mais. Depois da reunião, o Lula disse ‘fica aí’. Saiu Zé Dirceu e os outros. Ficaram eu e ele (o Presidente). Lula chegou e me disse: ‘Faz as pazes com Sarney’.
Aí, disse; ‘Presidente, não briguei com Sarney. O problema lá, no Maranhão, (…) o senhor não está bem informado. O Sarney não manda na Roseana, a Roseana é quem manda no Sarney. Na época, fui três vezes falar com o Sarney. E cada vez que eu voltava, piorava mais a situação. Mas o problema não era o Sarney, era a Roseana. Se ele estivesse no meu lugar, ele se obrigava, também, fazia acordo, não ia suportar (…) Se eu fosse um político estrategista, tinha conseguido o que eu quisesse. O Lula estava ali para resolver o problema do Sarney, de qualquer jeito.
 Faria tudo?…
ZÉ REINALDO - Faria tudo o que eu quisesse. Lula estava ali para resolver o problema de Sarney, de qualquer jeito.
Aceitaria qualquer pedido?
ZÉ REINALDO – Tudo o que eu quisesse.
A porque não fez as pazes com Sarney?
ZÉ REINALDO –  Disse que não dava, porque Sarney não manda na Roseana. Não vai adiantar nada eu fazer as pazes com Sarney, porque as coisas vão  continuar do mesmo jeito. Eles não queriam que eu trabalhasse, não queriam  deixar que eu fazer nada. O Maranhão  está numa situação de o Estado mais pobre do Brasil (…)
O senhor foi penalizado pelo seu gesto?
ZÉ REINALDO - A partir daquele momento, com a minha negativa, não veio mais nenhum ministro ao Maranhão, nenhum recurso foi mais alocado para o Estado. O que estava lhe dizendo, que ali está a maior
prova que o Maranhão é viável. Resisti, não recebi dinheiro, fiquei isolado politicamente, mas o Maranhão passou a ter R$ 1 bilhão por ano para investimentos. Naquela época, era muito dinheiro. Fizemos a ponte lá do Tocantins, lá em Imperatriz, maior obra que já foi feita com recursos próprios do Estado.
De forma que não tenho medo (…) Hoje, o Orçamento do Estado vai a R$ 14 bilhões, ano que vem vai mais que isto. Ou seja, dobrou em relação ao que era. Esse dinheiro bem aplicado, tenho certeza que o Flávio vai moralizar as ações do Governo, vai aplicar o dinheiro, vai dar para fazer muita coisa.
O senhor passou pelo Governo, o doutor Jackson Lago passou dois anos e quatro meses. Não poderia ser feita uma auditagem naquele período, para saber o destino do dinheiro público?
ZÉ REINALDO - Acho que isto pode ser feito paralelo. Mas isto não pode ser problema do Governo. Não podemos parar o Estado, porque temos que pensar na frente. O que está acontecendo hoje, nesse momento, é uma coisa que nunca aconteceu no Estado. No passado, a classe política elegeu todos os governadores do Maranhão. Dessa vez será diferente.
Será o povo mesmo?
ZÉ REINALDO – A maioria dos prefeitos está ao lado da candidatura de Flávio Dino. Sua candidatura está com mais de 30 por cento de diferença sobre o segundo candidato. Isso é fundamental, e não permite que haja uma mudança. Eles já trocaram de candidato, e não lograram reverter o quadro. Continua tudo a mesma coisa, porque o povo quer tirar a família Sarney do poder no Maranhão.
Acabou o domínio político do Sarney no Maranhão?
ZÉ REINALDO - Acabou o ciclo do Sarney no Maranhão. E a responsabilidade do Flávio é muito grande. Mas, ele está preparado.
Flávio Dino está preparado para suportar o desgaste de algumas prefeituras que o estão apoiando?
ZÉ REINALDO - Não vejo problema. Isto fica por conta do gestor. Se não der certo, obviamente, será por inabilidade de uns poucos prefeitos. Flávio está muito preparado, ele tem conversado muito com os prefeitos
maranhenses. Flávio sabe da sua grande responsabilidade, e tem enfatizado muito isto em suas viagens pelo interior do Estado, quando de suas conversas com lideranças políticas locais. Sabe da expectativa criada no meio da população, que anseia por mudanças. E Flávio passa uma coisa diferente, que melhores o dia a dia das pessoas. E isto ele passa para as famílias. Ele sabe que as mães de famílias maranhenses sofrem mais do que qualquer dona de casa de qualquer estado brasileiro para conseguir acesso à Saúde, a Seguranças, a Educação, a qualquer coisa. Então, o povo quer que esta situação melhore.
A situação porque passa o Governo do Maranhão, em termos de Segurança Pública, que está provocando a paralisação do transporte coletivo, prejudicando milhares de trabalhadores, não parece o anúncio de um fim melancólico da era Sarney no Estado?
ZÉ REINALDO - Acho que é mais do que melancólico. Durante estas cinco décadas de domínio político, o grupo do Sarney teve tudo nas mãos para alavancar o Estado, principalmente na área educacional. Mas não foi isto o que aconteceu. O Maranhão não tem Escolas Técnicas Estaduais. Sabes quantas Escolas Estaduais o Ceará tem? Cento e setenta. Aí, como é que o grupo do Sarney quer competir com o Estado do Ceará? Lá, no Ceará, a mão de obra está preparada; aqui, não está. E quando vem uma empresa para cá, para aproveitar as condições naturais do Maranhão, traz a mão de obra de lá. Então, o Maranhão hoje está precisando mudar mesmo, porque senão vai ficar atrasado. O Maranhão não é isso; o Maranhão é muito rico (…) O Maranhão tem um porto gigantesco, um dos mais importantes do mundo, mas que não tem reflexos na economia do Estado. Ou seja, o complexo portuário não tem planejamento, não tem uma proposta, não traz reflexos para a economia maranhense.

Gil Cutrim e Luis Fernando não vão ato político de Edinho em Ribamar

Do Blog do John Cutrim

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A apresentadora Paulinha Lobão, esposa do candidato a governador Lobão Filho (PMDB), realizou neste sábado (27) evento em prol da campanha do marido no município de São José de Ribamar. Reduto tradicional do grupo Sarney, o que poderia ser um grande evento acabou se transformando num simples ato. Chamou a atenção a ausência das principais lideranças políticas do município, a começar pelo prefeito Gil Cutrim (PMDB).
Para evitar um fracasso ainda maior, a coordenação política resolveu enviar vários ônibus com pessoas oriundas São Luís no sentido de reforçar a caminhada de Paulinha Lobão. Ainda assim o público foi abaixo do esperado.
O prefeito Gil Cutrim, que estava inaugurando obras por ocasião dos atos festivos de aniversário de Ribamar, não marcou presença no ato pró-Lobão.
Outra liderança forte da cidade Santuário, o ex-prefeito Luis Fernando também não deu as caras, deixando Paulinha Lobão caminhar praticamente sozinha na cidade.
Com isso fica evidente que a campanha de Edinho Lobão perde força na reta final, haja vista que os seus apoiadores não comparecem mais nos eventos e outros estão aderindo à candidatura de Flávio Dino.

Dora um comunista incansável!

Dora sua esposa e seu amigo e Flavio Dino

A campanha eleitoral esta chegando ao final, mas algumas coisas vão ficar marcadas para sempre, aqui em Tuntum, uma das coisas que mais marcou foi o trabalho realizado pelo político e empresário comunista Antonio Durval o Dora.
Desde a campanha de 2010 quando Dora junto com um grupo de amigos largaram tudo para dar apoio a Flavio Dino, mesmo sem vencer eles se tornaram vitoriosos.
Durante estes quatro anos ele sempre esteve buscando meios para divulgar a idéia de mudança no Maranhão e nos últimos meses Dora não parou um só instante em busca de seu objetivo.
Foram varias lideranças políticas na região que o Dora procurou trazer para apoiar a idéia de mudança, muitos deles eram totalmente contrários a esta idéia, porem com o seu trabalho e dedicação hoje estas lideranças abraçaram a causa e declararam apoio a Flavio Dino.
Venho acompanhando de perto o trabalho do comunista Dora durante estes últimos meses, e sou testemunha que Dora junto com o seu companheiro e incentivador Tema não tem eleitor perdido muito menos liderança que não possa vim para o lado de Flavio Dino, Carlos Brandão e Roberto Rocha.
Durante estes quatro anos Dora conquistou não só a amizade e confiança do Flavio Dino e do Carlos Brandão como também a de Dr. Humberto e de sua esposa a deputada Dra. Cleide Coutinho.
Como o próprio Dora diz vamos sempre procurar trazer mais um eleitor ate o ultimo minuto das eleições as 17 horas do dia 05 de outubro. 

Pesquisa EXATA/TV Guará/Fiema para Senador mostra vantagem de 7% para Roberto Rocha


A oito dias da eleição, Roberto Rocha aparece com 36% e amplia vantagem na corrida pelo Senado. De acordo com pesquisa Exata/TV Guará/Fiema, divulgada ontem, 26, o candidato da coligação “Todos pelo Maranhão”, aumentou vantagem sobre o segundo colocado.
Apoiado por Flávio Dino, Rocha aparece a frente com 36%, sete pontos a mais em relação ao segundo colocado, Gastão Vieira (PMDB), com 29%, da coligação “Pra frente, Maranhão”, apoiado pelo postulante ao Governo, Edinho Lobão.
O candidato do PSTU, Marcos Silva, está na terceira posição com 4%, seguido de Haroldo Saboia (PSOL) com 3%, Gersão (PPL) com 1% e Evan de Andrade (PCB) não pontuou. Votos brancos e nulos somaram 12%. Não souberam ou não responderam 15%.
O questionário da pesquisa Exata/TV Guará/Fiema está registrado sob protocolo MA-0054/2014 e ouviu 1.400 mil pessoas em 45 municípios maranhenses entre os dias 22 e 25 de setembro.
Fonte Blog Bacabeira em Foco

Mais de 2 mil pessoas em evento politico para o Flavio Dino, Carlos Brandão, Roberto Rocha, Zé Reinaldo e Dr. Humberto no povoado Belém

Mais de 2 mil pessoas lideradas por Tema, Josinaldo Bilio e Ivalto  participaram de um grandioso evento no povoado Belém em prol das candidaturas Flavio Dino para o governo, Carlos Brandão para vice-governador, Roberto Rocha para senador, Zé Reinaldo para deputado federal e Dr. Humberto Coutinho para deputado estadual.
Varias lideranças políticas de Tuntum e região estiveram presentes como o Dora um dos coordenadores regionais da campanha, a primeira dama Daniella Cunha, o vice-prefeito Ciro Ricardo, Sr. Nelcides, Dinda, o vereador Marcos do Carlito, os secretários Antonio dos Reis, Alan Noleto, Marcos Carvalho, Chiquinho Nascimento e Genilson Araujo, o ex-vice-prefeito Neusé, Custodio do Baixão Grande, o professor Enilson do Marajá,  Claudio Lima liderança do PT em Tuntum, o professor João Heles e o Sr Cícero do Bola de Santa Filomena.
O momento foi de esclarecimento ao povo que já adotou a idéia de mudança (como mostra todas as pesquisas) sobre a importância de votarem na chapa completa, onde é muito importante alem de votar para governador, votar também no senador, deputado federal e estadual do mesmo grupo.
O povo ficou animado com as propostas  e tudo que vimos foi muito otimismo e alegria coisa normal no grupo Labigó.